As vantagens de se adotar buzz marketing como uma estratégia de comunicação de uma empresa, são enumeradas por Guy Kawasaki no texto a seguir:
“GUY KAWASAKI, importante autor de marketing, e introdutor das técnicas de guerrilha ao marketing, prefaciando um livro recente que trata do buzz marketing, resumiu as quatro principais razões para que as empresas caminhem imediatamente para a adoção desse modelo, técnica, ferramenta:
Cresce a importância da evangelização. E são quatro as principais razões porque é importante, neste momento, cerrar fogo no processo de evangelização:
1 - É econômico. Você não precisa pagar evangelizadores. Apenas precisa ter a capacidade de motivá-los e dirigi-los.
2 - É eficaz. Pense na última compra que você fez. Certamente não foi por causa de um comercial no Fantástico, e sim, por alguma recomendação de algum amigo, parente ou conhecido.
3 - É divertido. Não existe nada melhor que ficar perto, motivar e conviver com pessoas que amam sua empresa, seus produtos, sua marca.
4 - É enlouquecedor. Não é você que enlouquece, são seus concorrentes. Por constatarem, desesperados, quantas pessoas estão se referindo de forma entusiasmada e emocionante sobre seu produto, marca, virtudes, vantagens, exclusividades....”
Escrito por Timê às 23h11
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E não é que os blogs também são formas interessantes de disseminar idéias e talvez transformá-las em vírus. Olha só esse case da Nike.
(Parte 1)
“Nike é Viral
A Nike descobre o blog e monta uma estratégia viral arrasadora! (dentro do quadrado).A Internet continua surpreendendo. Num movimento inovador, a Gawker Media lançou um blog para a Nike – “Art of Speed” – um projeto que pode virar uma nova mania na Web. Vocês se lembram do projeto BMW Films? Inesquecível não é? Bom, a inspiração do projeto da Nike veio desse baita sucesso.
A Gawker Media é um dos blogs de Nick Denton. Quem se lembra dele? É o mesmo cara que pilotou as famosas First Tuesday, com franquias em mais de 54 países, inclusive no Brasil. Era a época da bolha da Internet e Nick vendeu o negócio antes da bolha explodir e embolsou uma boa bolada. Hoje ele pilota um pequeno império de blogs, alguns com audiência de mais de 600.000 unique visitors mensais. É mole? O Gawker (entretenimento) é um deles –outros são Gizmodo (equipamentos eletrônicos), Wonkette (política e
mexericos em Washington DC), Flashbot (uma variante da revista Playboy), Defamer (fofocas em Hollywood), Kinja (um mecanismo de busca para blogs) e por aí vai. A audiência é qualificada – falamos aqui de formadores de opinião, alfas do marketing viral....”
Escrito por Timê às 13h06
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(Parte 2)
“...Um dos anunciantes do Gawker é a Nike, e foi aí que surgiu a relação e a idéia de criar uma série de 15 filmes inéditos com jovens diretores talentosos deHolywood pilotando os filmes, cujo tema (não poderia deixar de ser), é a velocidade. Os diretores dão um “show de bola” e os filmes são espetaculares.Além disso a Nike vai disponibilizar o “making off” de cada filme, mas não foi
divulgado o total do investimento no projeto.Porém a grande sacada do projeto – e o que vai ser viral – é o meio de divulgação... um blog, onde os usuários poderão comentar os trabalhos. Os blogs até agora foram considerados primos pobres dos websites. Aqui no Brasil ainda se tem essa percepção. Mas nos Estados unidos a história é outra. Os blogs estão se tornando muito profissionais e atraindo uma clientela derespeito. A rede de blogs de Nick Denton vai faturar U$ 5 milhões somente em
publicidade esse ano com apenas 5 blogs. Uau...!O blog “Nike Art of Speed” apresenta entrevistas com os diretores de cada
filme. Em contraponto, a Nike não faz propaganda ostensiva no blog, coloca apenas seu logo estrategicamente no site. Os filmes somente podem ser vistos no blog, a Nike não disponibilizou no seu site os trabalhos. Essa estratégia é inovadora e é claro que o “boca a boca” já começou – você conhece o Marketing Viral certo? Outra idéia inteligente foi colocar o blog da Nike como
um diretório do Gawker, afinal de contas são 600.000 visitantes mensais logo de início para alavancar audiência."
Escrito por Timê às 13h04
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E há muito tempo atrás já faziam Buzz marketing sem saber.Um case muito curioso dos índios brasileiros:
O Marketing Do "Buxixo"
Texto do trecho de Luiz Marins.
"Estamos vivendo uma verdadeira revolução no marketing. A verdade é que velhas fórmulas de comunicação com o mercado cansaram o consumidor de tal forma que os "marketeiros" precisam inventar coisas "novas" para sair desse impasse.
Na busca de uma saída, aparece como a grande "novidade" do momento o chamado "Marketing do ‘Boca-a-Boca’" ou em inglês "buzz" que em tradução livre para o português significa "buxixo" ou mesmo "tititi" como querem alguns. A ordem é criar buxixo fazendo com que nosso cliente – surpreso, encantado e satisfeito – saia propalando aos quatro ventos as maravilhas de nossa empresa, de nossa marca, de nossos produtos.
Métodos, técnicas, estratégias para criar um "buxixo" não faltam. Não importa a origem do buxixo. O que vale é o "tititi" sobre minha empresa, minha marca. O que vale é o "boca-a-boca" dos clientes, do povo, do consumidor, falando de meu produto e marca o tempo todo, criando fatos novos.
E é preciso que nos lembremos que no Brasil, mais do que em qualquer outro País, o marketing do buxixo é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Somos um povo oral e auditivo. O brasileiro fala e escuta. A oralidade do homem brasileiro é uma de suas maiores características. Assim, o testemunho do cliente encantado realmente é essencial para o meu sucesso empresarial.
E até o índio brasileiro faz e muito bem o marketing do buxixo a seu favor. Os krenhakakore ou chamados "índios gigantes" usaram do buxixo para serem temidos e respeitados durante muito tempo entre as demais tribos. O buxixo era que esses índios eram enormes, gigantes. E o que eles faziam para que esse buxixo acontecesse?
Os índios quando andam na floresta, marcam o caminho quebrando galhos de arbustos. Os krenhakakore quebravam esses galhos muito mais alto do que a maioria das demais tribos. Eles ficavam sobre os ombros do companheiro para quebrar o galho bem no alto. As demais tribos quando viam aquilo logo achavam tratar-se, é claro, de gigantes. Nos rios e igarapés, eles colocavam pedras grandes sob certos locais dentro da água e ficam sobre essas pedras. Os índios das outras tribos – que conheciam a profundidade daquele rio – viam os krenhakakore dentro d’água e com água para baixo dos joelhos e tinham certeza tratar-se de "gigantes" . O "boato" ou "buxixo" era grande. Com toda a certeza e evidência os krenhakakore eram índios gigantes. Os próprios irmãos Villas Boas quando tentaram o contato com essa tribo estavam preocupados.
Tudo não passava de um bem articulado e arquitetado "buzz marketing" descoberto pelos sertanistas assim que fizeram os primeiros contatos!”
Escrito por Timê às 10h06
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